Os Maiores Erros na Gestão Financeira da Construção Civil

Os Maiores Erros na Gestão Financeira da Construção Civil

Conheça os maiores erros na gestão financeira na construção civil neste artigo.

O webinar foi bom, mas tudo o que é bom podem melhorar não é mesmo? Por isso resolvemos garantir que você aprendeu tudo direitinho e não vai esquecer nada quais são os erros na gestão financeira que você pode cometer.

Caso você tenha esquecido de anotar alguma coisa importante, agora é a sua chance.

Nós listamos cada erro que você deve evitar para garantir a saúde financeira da sua construção civil.

Mas chega de papo, você pode conferir logo abaixo os erros na gestão financeira que falamos ao vivo durante o webinar.

6 erros na gestão financeira que você não deve cometer

Os maiores erros de gestão financeira na construção civil

Usar as contas empresariais com contas pessoais

Pode parecer exagero, mas uma parcela considerável das empresas que vão à falência quebram devido ao descontrole financeiro.

O que também inclui a confusão na gestão entre contas empresariais e contas pessoais.

Para evitar o problema, orientamos sempre separar com rigor a construtora e/ou Empreiteira da sua vida pessoal.

Se a empresa tiver sócios, estabeleça um pró labore (mínimo que seja) e também períodos e condições para retiradas dos lucros.

Assim, todos terão conhecimento sobre quanto da empresa foi geradora de receita para o crescimento do patrimônio dos sócios na pessoa física.

Como formar o preço? Errar orçamentos de obras gerando gastos além do previsto (Histograma de Obra, equipamento e previsão de chuvas)

Para fazer uma estimativa realista de investimentos e evitar surpresas na execução dos projetos da construtora/empreiteira, consulte profissionais de diferentes especialidades.

Assim, você pode prever os materiais a serem usados e as atividades envolvidas. Com isso, ganha previsibilidade de custo.

Pode avaliar quanto material precisa adquirir, locar, quantos serviços contratar, entre outros gastos.

O maior custo é a mão de obra e precisar ser composto por:

Custo Direto = Salário Bruto, Horas Extras, Tarefa, Refeição, VT, Férias, 13º Salário, FGTS, INSS, Seguro, Sindicato, Rescisão, acidentes, paralização de obra pelos sindicatos, falta de produtividade por chuvas.

Despesas administrativas devem fazer parte dos seus custos indiretos além dos materiais aplicadores, locação de máquinas e equipamentos, serviço especializados como nivelamento de concretagem, topógrafo de concretagem e outros, EPI, impostos.

Não olhar de perto a apropriação de custos para não cometer erros na gestão financeira

Fazer que obras andem dentro do orçamento previsto, nem sempre é uma tarefa fácil, mas quando imprevistos ou a baixa produtividade acontecem é necessário identificar imediatamente e agir corrigindo os erros.

Para isso, basta realizar a apropriação de custos. Isto é, lançar as contas a pagar para identificar o valor real dos gastos e, assim, o valor excedente.

Quando a apropriação de custos é feita em tempo hábil, ou seja, ainda durante a execução da obra, evita que se torne mais cara.

Outra vantagem é que ela funciona como um banco de dados histórico sobre a eficiência dos serviços prestados.

Analise o fluxo de caixa da construtora

Não manter o fluxo de caixa da construtora em dia

O Fluxo de Caixa é uma ferramenta de extrema importância para as empresas, ele deve ser elaborado por pelo menos 6 meses.

Ele é necessário para prever os gastos e receitas que irão acontecer nos próximos meses, isso é o que chamamos de fluxo de caixa previsto.

Além do fluxo de caixa previsto, precisamos também acompanhar o Caixa realizado.

Isso ocorre através da conciliação bancária, com ela identificamos todas as saídas e entradas financeiras, assim é possível acompanhar se o que foi planejado está próximo do que vem de fato acontecendo na empresa.

Como você provavelmente já sabe, o fluxo de caixa funciona como um controle entre receitas e despesas dentro de um determinado período. Portanto, não pode ser uma suposição.

É com ele que a sua construtora pode entender se os recursos financeiros estão em falta ou sobrando no caixa da empresa.

O que também vale para o futuro, com a previsão do fluxo de caixa.

Por isso, não deve ser visto apenas como mais uma obrigação que toda empresa tem, mas como um meio de detectar as causas de saldos altamente positivos ou negativos.

E, claro, destinar os recursos em excesso no caixa da melhor forma possível como para reinvestimentos ou aplicações bancárias.

Não fazer um cronograma físico-financeiro de obras (Histograma de Obras), Controlar o Efetivo

Ao alinhar a gestão de custos e de prazos é possível visualizar um cronograma de execução de um projeto e os desembolsos financeiros envolvidos.

Em outras palavras, estimar quanto será gasto em cada etapa do projeto.

Com um cronograma físico-financeiro de obras em mãos você pode controlar melhor os custos e agir rapidamente para contornar desvios no orçamento.

Essa ferramenta favorece ainda a alocação de recursos como mão de obra, equipamentos e materiais, e evita o aumento de custos por alocações insuficientes.

Controlar de perto as medições de tarefa do colaborador

Após acompanharmos algumas empresas trabalharem com pagamentos de tarefa a seus colaboradores, identificamos que muitas vezes a gestão dessa medição não é realizada de maneira eficaz.

A tarefa deve ser acompanhada de perto pelo gestor da obra.

A medição dessa tarefa tem que estar de acordo à produção do colaborador e também deve estar alinhado com a medição liberada pela Construtor-Incorporadora.

Identificamos que na maioria dos casos a medição da tarefa chega a ultrapassar o pagamento de salários realizados aos colaboradores, ocorrendo o aumento do custo efetivo da obra.

Bom, esse foram os erros que abordamos com mais profundidade no webinar entre a Celero e a BPO Expert.

Se você não teve a oportunidade de acompanhar ao vivo ou perdeu alguma informação, este artigo vai orientar você no caminho certo para organizar suas finanças.

Artigo produzido pela BPO Expert.